A nossa rubrica “Entrevistas com os nossos membros” quer dar a conhecer as pessoas por detrás dos profissionais da nossa Comunidade.

A Sandra Rita é uma pessoa com muita sorte. E porquê? Porque ter sorte dá muito trabalho! E é nisto que investe todo o seu tempo: em ter sorte! Muita sorte! Descubra uma das mais recentes membros da nossa Comunidade, em discurso direto.

Quem é a Sandra Rita? Gostaríamos de conhecer o ser humano por trás do profissional

Falar sobre mim não é simples. Sou empreendedora e comunicativa. Sou exigente e muito profissional. Não sei fazer apenas numa coisa de cada vez, talvez porque seja a vida que me inspira diariamente a fazer sempre mais. 

Fui “feita” em Moçambique, nasci na Póvoa de Varzim, cresci em Lisboa, fui licenciar-me a Braga e regressei ao Porto onde vivo. Nas entrelinhas viajo pelo mundo porque adoro conhecer novas culturas, a gastronomia e as pessoas. E sim, as viagens, a gastronomia e as pessoas são a minha paixão.

O que te levou a querer ser dona do teu próprio negócio/empresa? Foi algo que quiseste desde sempre, aconteceu por acaso, ou foi consequência de um acontecimento específico?

Na verdade, a minha história passa por ter concluído uma licenciatura em Direito para poder ajudar pessoas mas foi com a Gestão de pessoas que percebi o impacto que tinha no desenvolvimento das pessoas e das equipas.

E paralelamente a uma profissão nunca parei de estudar. Foram cursos, Pós Graduações e inúmeras formações e não consigo parar com a minha enorme curiosidade intelectual. Tenho uma profunda necessidade de buscar diária e de conhecer para fazer mais e melhor. E arrisco, gosto de desafios, de projectos, de procurar e de evoluir. Nunca páro porque o mundo também não… ou porque a vida seja mesmo isto, um eterno processo de aprendizagem.

O que mais gostas no teu dia-a-dia?

Aprendi a viver a vida na sua plenitude e faço tudo de forma intensa e positiva. Não sei ser nem fazer de outra forma. E sou feliz.

Quais são as maiores dificuldades com que se depara diariamente?

A comunicação, foi sempre uma paixão que começou por volta dos 6 anos quando tentava imitar os jornalistas e entrevistava toda a gente lá por casa. Mas também me rodeava de livros e revistas porque gostava da edição, da escrita, da cor e dos conteúdos. E tive a sorte de me cruzar com alguém que me fez descobrir (talvez já tarde) a minha capacidade de comunicar de diversas formas.

Qual a razão para te teres juntado ao projeto IN.Collective e qual consideras ser o seu principal valor?

Foi este o propósito em juntar-me ao projecto IN.Colletive que além de ser um projecto diferenciador e de enorme mérito permite que possa partilhar algumas coisas que sei e acrescentar valor a quem me ouve e comigo partilha experiências.